Cambiare é um verbo em italiano com múltiplos significados,como trocar, substituir, alterar, modificar,transformar. De repente mudar o modo de ser,a forma de fazer, substituir o modo de pensar, alterar o rumo,mudar de direção,construir algo novo,repensar criativamente novas possibilidades.Todos desejamos e precisamos de mudanças. Enfim,CAMBIARE; CAMBIARE,enfim! (arte em tomo do médico Kai-hung Fung 2009)
30 de abril de 2011
CRIE UM BRINQUEDO
“ Era uma invenção atrás da outra. Tivemos espaço livre para brincar. Isso fez com que a cabecinha fervilhasse! Eu brincava de comércio – fazia a balança com tampinha de refrigerante. Achatava a tampinha, furava com prego em três lugares e amarrava um fio grosso nos furos, nas duas tampinhas. Dividida a circunferência em três e com um pedaço de pauzinho, pendurava uma tampinha em cada ponta e a balança funcionava! A mercadoria era areia, que nomeava como se fossem tipos de cereais. Os sacos eu fazia com retalho velho e os costurava, eu me virava.”
Tia Clê inventou bonecas com guardanapo de pano para divertir os irmãos menores. Dobrava o guardanapo ao meio e depois ,mais uma vez ao lado, da esquerda para a direita. Fazia um rolo com o pano, da esquerda para a direita, deixando, sem enrolar, um espaço do tamanho do rolinho no fim. Depois, o pano que sobrou na parte aberta da ponta ela virava do lado contrário, cobrindo o rolo, o que formava um tipo de véu, que representava o cabelo. Aprendi com ela a fazer esse tipo de boneca. Você pode usar um lenço, toalha de mesa, guardanapo de tecido ou papel.
No Brasil, fez muitas bonecas, agora com rosto, roupinhas, rendas e tecidos diferentes para as sobrinhas e netas brincarem. Bons tempos!
E você, já fez pipa com seu filho ou bilboquê com garrafa pet? Já reciclou papel ou inventou uma brincadeira diferente? Conte sua experiência.
Fabiana Ilario
28 de abril de 2011
SE LIGA E DESLIGA

Algo em que acredito traduzido lindamente em imagens e sons.
Que tal experimentar?
UNICEF Indonesia:See what you can turn on when the screen is off
UNICEF Indonésia:Veja o que você pode ligar quando a tela está desligada
http://youtu.be/0PUQhzX8QXk
http://youtu.be/fkUiOqFDc1M
http://youtu.be/vfMVySYh6KA
http://youtu.be/dViYW2Lx9Pw
click www.unicef.or.id
26 de abril de 2011
Criança precisa mais dos pais do que de...

Atividade em excesso prejudica desenvolvimento da criança
Educar um filho não é tarefa fácil. Pesquisa da Universidade de Montreal, no Canadá, indica que crianças que passam muito tempo vendo TV têm dificuldades em Matemática. Outros estudos apontam que excesso de videogame é prejudicial e há os que garantem que os jogos eletrônicos auxiliam a visão.
O que fazer diante de tanta informação?
Especialistas afirmam que o ideal é dosar as atividades, alternando tarefas que trabalhem os dois hemisférios do cérebro: o esquerdo, responsável pelo pensamento lógico, e o direito, mais criativo e sonhador.
"Para um bom desenvolvimento intelectual e social é importante mesclar atividades que estimulam os dois lados do cérebro, como jogos de lógica ou pintura", recomenda a coordenadora do curso Daniel Azulay, Vânia Januário.
Ela lembra que, enquanto desenha, por exemplo, a criança trabalha a sensibilidade, a percepção e a intuição, características que podem ser um diferencial no futuro. "Essas habilidades reforçam a autoestima, fundamental para a vida toda".
Neurologista da infância e adolescência, Marco Antônio Arruda afirma que os pais devem procurar sempre dosar a tecnologia com a criatividade.
"As crianças da era digital encontram-se talvez mais aptas a se relacionar através de um teclado do que com a fala, o olhar e o toque. É importante desenvolver a linguagem não verbal, reconhecer sentimentos através da face e dos gestos, interagir com diferentes grupos sociais, aprender a escutar, expressar suas emoções e ser empática. Por outro lado, estudos indicam que as que lidam com computador têm maior concentração e melhores habilidades cognitivas".
O médico explica ainda que o cérebro é um órgão dinâmico, que deve ser esculpido. "O cérebro não nasce pronto. Precisa ser estimulado e moldado. É como uma cidade com ruas e avenidas. Se você não colocar carros para andarem nas ruas, elas se fecham. Contar histórias, por exemplo, pode parecer uma atividade meramente lúdica, mas estimula o desenvolvimento de atividades de sequenciação e organização".
Estresse e ausência dos pais: vilões
O estresse libera o hormônio cortisol, que provoca a morte das células do hipocampo, área do cérebro responsável pela memória de longo prazo. Portanto, nada de cobranças excessivas.
"Criança precisa mais dos pais do que de diversas aulas extracurriculares. Talvez seja melhor jogar bola com ela, cantar, brincar, do que colocá-la em aulas. Claro que se ela quer tocar instrumento ou fazer algo específico, fará aula. Mas se for muito cobrada, pode ter transtorno de ansiedade", diz o psiquiatra Fábio Barbirato.
O Dia - © Copyright Editora O Dia S.A.
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias
Excesso de tevê em crianças
A pesquisa, realizada a partir da análise de 35 estudos científicos anteriores, identifica 15 efeitos negativos que a televisão pode causar nos menores.
O diretor do estudo e membro do Instituto de Biologia do Reino Unido, Aric Sigman, alerta que os perigos decorrentes de uma grande exposição à TV são tantos que esta "deveria ser proibida" para as crianças com menos de 3 anos.
Além disso, Sigman acredita que é preciso "restringir severamente" a televisão mesmo quando os menores crescem, pois o simples ato de olhar para tela, independentemente do conteúdo exibido, pode fazer mal à saúde.
Segundo a pesquisa, reduzir o número de horas passadas em frente à televisão deveria se tornar uma prioridade, pois as crianças de seis anos do Reino Unido já desperdiçaram, em média, um ano inteiro de suas vidas diante da telinha. "Permitir que as crianças continuem assistindo a tanta televisão demonstra uma falta de responsabilidade por parte dos pais", afirma Sigman.
O especialista diz que uma exposição excessiva à TV pode causar miopia, dois tipos de diabetes diferentes, transtornos de sono e câncer. A pesquisa alerta que ver televisão suprime a produção de melatonina, um hormônio que desenvolve funções relacionadas ao sistema imunológico, ao ciclo do sonho e ao início da puberdade.
Segundo estudos anteriores, as meninas atingem a puberdade "muito mais cedo" do que em 1950, porque atualmente pesam mais do que naquela época. Sigman também afirmou que, "provavelmente", a redução dos níveis de melatonina causada por assistir a muita televisão também influencia.
"Seremos, em última instância, os responsáveis pelo maior escândalo de saúde de nosso tempo", alerta Sigman, que diz que cada hora de televisão em excesso entre os 20 e os 60 anos aumenta o risco de desenvolver Alzheimer.
19 de fevereiro de 2007 http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1421486-EI8147,00.html
Excesso de TV e internet pode afetar saúde de crianças, diz estudo
Exposição à mídia está vinculada a obesidade e fumo, segundo pesquisa. Ligação a problemas de deficiência de atenção, porém, não é tão firme.
Da Reuters
Passar muito tempo assistindo TV, jogando videogames e navegando pela internet faz com que as crianças fiquem mais sujeitas a diversos problemas de saúde, entre os quais obesidade e fumo, disseram pesquisadores norte-americanos nesta terça-feira (2).
Especialistas do National Institutes of Health dos Estados Unidos, da Universidade Yale e do California Pacific Medical Center analisaram 173 estudos conduzidos desde 1980, em uma das mais abrangentes avaliações já realizadas sobre a maneira pela qual a exposição a fontes de mídia pode afetar a saúde de crianças e adolescentes.
Os estudos, a maioria dos quais realizados nos EUA, se concentram em televisão, mas alguns também consideram videogames, filmes, música e uso de internet e computadores. Três quartos das avaliações apontam que consumo mais alto de mídia está associado a resultados negativos de saúde.
Os estudos oferecem fortes indícios de que as crianças com mais exposição à mídia têm maior propensão à obesidade, ao fumo e a iniciar atividades sexuais mais cedo do que as crianças que passem menos tempo diante de uma tela, dizem os pesquisadores.
Outras pesquisas apontam que mais exposição à mídia também está vinculada a uso de álcool e drogas e desempenho escolar mais baixo, mas os indícios quanto a um vínculo a problemas de deficiência de atenção e hiperatividade não são tão firmes, eles apontam.
"Acredito que o número de pesquisas que demonstram esse impacto negativo de saúde tenha sido uma surpresa", disse o médico Ezekiel Emanuel, do NIH, um dos pesquisadores responsáveis pelo relatório divulgado pela organização sem fins lucrativos Common Sense Media, em entrevista por telefone.
"O fato de que a questão da quantidade talvez importe mais que o conteúdo em si também é causa de preocupação. Temos uma vida de alta saturação de mídia, no século 21, e reduzir as horas de exposição será uma questão importante", acrescentou.
02/12/08
24 de abril de 2011
Mãe presente

"Em uma tarde de chuva, Ben, de quatro anos, disse à mãe que ele e seu amigo queriam fazer bichinhos de massa de modelar. A mãe estava ocupada organizando os pagamentos da casa e ficou tentada a apenas responder que estava bem, deixando os garotos brincarem sozinhos. Em vez disso, levantou-se e foi buscar uma velha cortina de chuveiro que guardara para essa ocasiões. Estendeu-a no chão e explicou aos meninos:
- Sentem-se aqui no meio e vamos esticá-la. Assim, vocês vão ter bastante espaço para fazer todos os bichinhos da fazenda.
Enquanto amontoava a massa de modelar no plástico, Ben perguntou à mãe:
- Podemos pegar umas facas na cozinha?
- Facas, não. Facas não são para brincar. Que tal uns moldes de biscoitos? - respondeu ela.
- Tudo bem. E também umas colheres de madeira? - propôs o menino.
- Claro - disse a mãe, pegando os utensílios na cozinha. - E não esqueçam, depois vocês vão ajudar a limpar tudo.
Os poucos minutos gastos no início da brincadeira foram uma interrupção para a mãe de Ben, mas é possível que a tenham poupado de mais tarde raspar a massinha de modelar agarrada no tapete, enquanto tentava se controlar para não brigar com as crianças.
Seu envolvimento prévio também deu a Ben a oportunidade de negociar os utensílios de cozinha que ele queria usar. Embora essa abordagem tome algum tempo, permite que surjam opções e proporciona às crianças um bom treino no processo de tomar decisões. Ter voz ativa em decisões cotidianas também contribui para que construam uma autoimagem positiva."
As Crianças Aprendem o que Vivenciam, de Dorothy Law Nolte e Rachel Harris, editora Sextante.
Crianças aprendem o que vivenciam

Esse poema nos convida à reflexão sobre nosso papel na criação de um ambiente familiar positivo, construtivo e feliz, no qual as crianças possam se expressar sem medo, desenvolvendo seu emocional de forma saudável. As crianças aprendem o que vivenciam Se as crianças vivem ouvindo críticas, aprendem a condenar Se convivem com a hostilidade, aprendem a brigar Se as crianças vivem com medo, aprendem a ser medrosas Se as crianças convivem com a pena, aprendem a ter pena de si mesmas Se vivem sendo ridicularizadas, aprendem a ser tímidas Se convivem com a inveja, aprendem a invejar Se vivem com vergonha, aprendem a sentir culpa Se vivem sendo incentivadas, aprendem a ter confiança em si mesmas Se as crianças vivenciam a tolerância, aprendem a ser pacientes Se vivenciam os elogios, aprendem a apreciar Se vivenciam a aceitação, aprendem a amar Se vivenciam a aprovação, aprendem a gostar de si mesmas Se vivenciam o reconhecimento, aprendem que é bom ter um objetivo Se as crianças vivem partilhando, aprendem o que é generosidade Se convivem com a sinceridade, aprendem a veracidade Se convivem com a eqüidade, aprendem o que é justiça Se convivem com a bondade e a consideração, aprendem o que é respeito Se as crianças vivem com segurança, aprendem a ter confiança em si mesmas e naqueles que as cercam Se as crianças convivem com a afabilidade e a amizade, aprendem que o mundo é um bom lugar para se viver. |
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